Lenda do PBR vem ao Rio Grande do Sul conhecer a raça Crioula

Uma das maiores lendas do mundo quando se fala em montaria de touros está no Rio Grande do Sul para conhecer mais sobre a cultura gaúcha e a raça Crioula. Adriano Moraes, que foi tricampeão mundial da categoria pela Professional Bull Riders (PBR) esteve na Trajano Silva Remates para conhecer o trabalho da leiloeira. Depois partiu em viagem para Uruguaiana, convidado pelo criador Francisco Martins Bastos Sobrinho, para ver de perto as técnicas de doma e manejo na Cabanha do Barulho, que realiza seu leilão durante a Expointer.

 

Moraes afirma que sempre fui interessado por culturas e que considera a gaúcha a mais forte no meio campeiro e sertanejo. "Sempre tive vontade de vir ao Rio Grande do Sul conhecer as estâncias e o trabalho que é feito pelos criadores. E o cavalo Crioulo é um cavalo imponente e potente. É um cavalo de boa estatura, de bom equilíbrio", salienta.

 

O tricampeão mundial do PBR disse que já acompanha as performances da raça há tempos. Também elogiou o trabalho dos ginetes que comandam os animais da raça. "São os mais autênticos, os que sabem lidar com o cavalo, acreditam no potencial, dão o tempo certo para a doma, quando estão fortes e aptos e isso é algo que admiro muito, esta sabedoria do ginete com o animal, de saber como ele pensa, como ele age e também da parte física", comenta. 

 

Conta que já foi proprietário de um cavalo Crioulo em seu rancho no Texas. O animal, de nome Cayman, ficou com ele entre os seis meses e os quatro anos e meio de idade. Sobre o cavalo Crioulo nos Estados Unidos, Moraes ressalta que os americanos são impressionados com a agilidade e rapidez da raça. "Eles não imaginavam que existia um cavalo baixo, forte e que aguentava o tranco desta forma e que tem toda a qualidade que outros cavalos têm", reforça.

 

Aposentado das pistas, Moraes hoje é proprietário da marca PBR no Brasil e acionista da marca mundial. Aqui no Brasil promove eventos levando a marca. E não descarta investir futuramente na raça Crioula e participar das atividades crioulistas. "Sempre tive vontade de conhecer o Freio de Ouro", completa.

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