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Agricultura precisa ir além da precisão das máquinas e aliar conhecimento


Na era da agricultura de precisão, os agricultores precisam ir mais além. A tecnologia é uma aliada, mas o conhecimento e a gestão também devem ser fatores fundamentais na hora de semear e colher a lavoura. A análise é de Elmar Floss, professor, engenheiro agrônomo e diretor do Instituto Incia. Ele vai abordar o tema "A lógica da produção de arroz, soja e milho" durante o segundo dia do 29º seminário Cooplantio, que ocorre de 2 a 4 de junho em Gramado (RS).

Para Floss, a agricultura precisa sair do mínimo e chegar ao ótimo, com precisão. O especialista salienta que é preciso se desfazer da ideia de que a máquina sozinha faz tudo. "A máquina é uma ferramenta a mais, mas precisamos pensar em todos os fatores. Os agricultores se apaixonam pela máquina e depois erram na adubação e no controle de doenças. Não que o GPS não seja importante, coloca todos os avanços, mas não é o fim e não o meio", reforça.

Segundo o diretor do Instituto Incia, é unir todas as práticas agrícolas e buscar a máxima eficácia em todos os processos das lavouras para cada planta ter o seu rendimento máximo. Com isso, as médias de produtividade podem se elevar. "Para ter alto rendimento eu preciso que todas as plantas sejam bem desenvolvidas, aí eu chego a ter altos potenciais. Agora se metade das plantas foram bem e a outra teve problemas porque o solo estava frio ou a semente não tinha vigor, são essas que baixam a média", analisa Floss.

O Seminário Cooplantio continua com inscrições abertas até o dia 25 de maio e podem ser feitas pelo site www.cooplantio.com.br/seminario.

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