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Aquisições de fazendas devem ter olhar empresarial por parte do produtor


O processo de fusões e aquisições de empresas é muito comum no mundo corporativo atual, onde ocorrem as operações e transações para a compra, venda ou fusão destas corporações, especialmente com o objetivo de aumentar a produtividade destas organizações e aumentar os lucros. No agronegócio, não é diferente, mas é preciso ficar atento a alguns processos importantes para que o negócio tenha sucesso.


Segundo o advogado Márcio Weiler, sócio da Guapo Sucessão Familiar e diretor da Frate Associated, as aquisições de fazendas devem ser vistas como ativos de grandes negócios e como a aquisição de uma empresa e não a simples compra de uma fazenda. “A compra de uma fazenda é um processo empresarial, como se estivesse adquirindo uma empresa com todas as suas cautelas necessárias, com todos os seus ônus e bônus”, destaca.


O especialista recomenda que os produtores enxerguem a fusão e aquisição como uma operação que é complexa mas que faz parte do nosso dia a dia. “Usualmente o que o produtor faz no seu dia é comprar e vender, seja na sua produção mas também quando se fala de ativos imobiliários. O que mais se vê são pessoas despreparadas com todas as teias de relações financeiras, contábeis e jurídicas e com as compliances ambiental, fundiária, financeira, trabalhista”, observa.


Weiler reforça que é fundamental que o produtor busque assessorias especializadas no tema e que não trate apenas como uma transação imobiliária tradicional. “Quando falamos em aquisição, é importante ter em mente que nada pode passar. É preciso fazer um filtro para se ter a rigidez do negócio, por isso é importante um conselheiro que olhe todas estas nuances da aquisição. O importante é estarmos preparados para quando a oportunidade chegar não venhamos a ter insucessos”, finaliza.

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