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Carne Hereford é destaque da Vitrine da Carne Gaúcha na Expointer


A Associação dos Criadores de Hereford e Braford (ABHB) foi protagonista da programação da Vitrine da Carne Gaúcha neste domingo, dia 27 de agosto, na 46ª Expointer, que acontece no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). Promovido pelo Programa Juntos para Competir, realizado em parceria com Farsul, Senar-RS e Sebrae-RS, com apoio da Fecomércio-RS, a Vitrine busca valorizar a carne produzida no Estado, oportunizando ao público conhecer sobre origem, cortes e qualidade do produto, enquanto assiste a uma breve aula de culinária.


Na atividade deste domingo, o chef Bruno Ivanoff, professor do UniSenac, preparou uma vaca atolada com assado de tira, enquanto especialistas da Associação discorriam sobre o selo Carne Certificada, que faz parte do programa de qualidade da carne Hereford. O selo, que consta das embalagens dos produtos, é a garantia da procedência, sabor, suculência e maciez.


Coordenadora do programa carne Hereford, a médica veterinária Anita Souza Caino, diz que obter esse resultado depende de uma jornada que começa no campo e é concluída na indústria. Durante o abate, técnicos certificadores verificam o cumprimento de cinco critérios básicos para a obtenção do selo, como conta. “Para que esses animais entrem no programa e levem nosso selo de carne certificada Hereford, eles precisam ter, no mínimo, 50% de genética Hereford. E fenotipicamente, a gente tem de enxergar isso. Ainda precisam ser jovens, com zero, dois e quatro dentes (no máximo 24 meses de idade), e ter um grau de acabamento de gordura de pelo menos 3 milímetros, 4 no máximo, que é o ideal para o que o mercado exige hoje em dia. Os animais também não podem apresentar um excesso de características zebuínas nem ter cruzamento com raça leiteira, o que implicaria em perda de maciez da carne e da qualidade do produto final”, salienta.


Caso os animais cumpram esses pré-requisitos, as carcaças serão carimbadas pelos técnicos da ABHB para diferenciação, podendo ser identificadas na posterior desossa. Para o consumidor, o selo acaba sendo uma garantia de qualidade. “É importante para que o consumidor tenha certeza da procedência da carne que irá consumir”, finaliza Anita.

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