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Fiscalização será o diferencial para novo status gaúcho sobre a Febre Aftosa


O Sindicato dos Médicos Veterinários no Estado do Rio Grande do Sul (Simvet/RS) vem avaliando positivamente as ações da Secretaria da Agricultura do Estado na busca dos ítens necessários para ter direito ao status de livre de Febre Aftosa sem vacinação. A entidade mantém posicionamento de apoio à retirada da imunização desde que sejam seguidos os requisitos preconizados pelo ministério, especialmente no que diz respeito à fiscalização. Segundo o diretor do Simvet/RS, João Junior, a Secretaria da Agricultura está buscando completar os 18 itens apontados pelo Ministério da Agricultura, como a compra de veículos e a contratação de cerca de 150 auxiliares administrativos. “Estamos na expectativa de que a Secretaria da Agricultura consiga completar todos os ítens citados pelo Ministério”, observa. O sindicato também sugere alguns ítens que podem ser agregados, como o uso de drones para auxiliar na fiscalização e a rastreabilidade dos bovinos para fazer parte do Marketing da carne gaúcha. “alguns pontos precisam ser revistos ainda o valor pago de indenização aos produtores rurais caso tenha novo caso de febre aftosa, este valor está defasado. O número de Médicos Veterinários disponível para atuação no serviço oficial”, destaca João Junior. Além disso, conforme o dirigente, o Simvet/RS gostaria de ver a apresentação de todo o projeto da Secretaria da Agricultura de mitigar os pontos de risco para ter certeza que o Rio Grande do Sul evoluirá o status sanitário com segurança. "Temos um longo caminho para percorrer até agosto, mas estamos na torcida e a disposição para ajudar no que for preciso para que consigamos esse feito tão importante", afirma. O dirigente do Simvet/RS afirma que os médicos veterinários devem ficar atentos aos novos passos, pois serão fundamentais neste processo. “Em agosto, teremos uma nova auditoria para ver se o Estado consegue se tornar livre de aftosa sem vacinação. Esperamos que o Rio Grande do Sul consiga mitigar este risco”, complementa. Na última etapa de vacinação, ocorrida entre março e abril, pelo menos 90,09% do rebanho foi imunizado, conforme a Secretaria da Agricultura, número que pode aumentar devido ao prolongamento do prazo de confirmação das vacinas até o último dia 30 de abril. Desde 1º de maio, a vacinação e comercialização da vacina contra a Febre Aftosa foram proibidas no Rio Grande do Sul.

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