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Ibraoliva encaminha lote final de azeites para avaliação do Painel Sensorial


Um segundo e último lote de 19 amostras de azeites foi entregue para avaliação do Painel Sensorial pelo Instituto Brasileiro de Olivicultura, Ibraoliva. O objetivo é avaliar o produto para a concessão do Selo Produto Premium Origem e Qualidade RS, iniciativa da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict), em parceria com o Ibraoliva. Na primeira etapa do Selo foram avaliadas 83 amostras de azeite.


A entrega ocorreu na sede gaúcha do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em Porto Alegre (RS), que pela primeira vez realiza a análise sensorial do Selo. Silvia Schumacher, Coordenadora do Setor da Oliva na Sict, disse que a parceria teve como objetivo montar um grupo que servisse de contraprova ao Laboratório e também pudesse suprir a necessidade das análises para o Selo Premium.


O presidente do Ibraoliva, Renato Fernandes, aproveitou a ocasião para conhecer a estrutura do laboratório destinada às avaliações do azeite. Ela é composta por uma sala onde as amostras são recebidas e outra onde é realizado o Painel Sensorial. “O laboratório LFDA representa para nós uma certificação da qualidade do azeite produzido no Brasil. Ele coloca índices técnicos avaliados por especialistas e também avalizados pelo COI, Conselho Oleícola Internacional. Desta forma, a gente se sente seguro, confortável em saber que todo azeite que está sendo comercializado, produzido no nosso país, passa por rigorosos testes de análise sensorial, afirmou o dirigente.


Conforme Jonathan Silva, integrante da equipe do Programa Produtos Premium da Secretaria de Inovação, as amostras encaminhadas pelo Ibraoliva são avaliadas pelos integrantes do Painel Sensorial. Cada painelista escolhe uma mesa de forma aleatória onde já estão amostras a serem experimentadas. Ele explicou que cada uma vai para um grupo aleatório de painelistas e cada um prova de cinco a seis amostras. Antes da prova, elas são colocadas em um equipamento específico que mantém a temperatura entre 25°C e 30°C e a sala onde os testes são realizados também mantém temperatura controlada em torno de 25°C. “A gente serve junto maçãs para fazer a limpeza do palato”, contou Silva. As amostras que não apresentaram índice de aprovação são repetidas em um turno subsequente. “As amostras têm que passar por três painelistas e todos têm que aprovar. Se um dos três não aprovar, elas retornam para o painel de contraprova e um terceiro painel, se precisar”, concluiu.

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