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Representantes da Arco cumprem extensa agenda em Brasília sobre temas do setor ovino

Atualizado: 10 de mai. de 2023


Representantes da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco) estiveram em intensa agenda em Brasília (DF) para tratar de temas relacionados ao mercado e à sanidade. O presidente da entidade, Edemundo Gressler, juntamente com a superintendente do Registro Genealógico da associação, Magali Moura, e o superintendente suplente, Sérgio Muñoz, realizaram encontros no Ministério da Agricultura para debater assuntos de interesse do criador.


Nas divisões de registro genealógico e de material genético animal, a Arco apresentou as demandas do setor nestas áreas. Entre os temas principais está a questão da utilização de métodos reprodutivos no sentido da melhor forma de adequação do registro, dentro das atividades do criador. Outro assunto foi a questão da importação de material genético em relação ao seu mérito. “Em algumas raças havia a exigência de índices de mérito genético para a importação. Demandamos ao ministério que os produtores ao dar a entrada de material genético, além de extremamente importante, salientamos que o produtor sempre busca genética superior”, observa Gressler, acrescentando que o pedido foi de liberação dos índices, que algumas vezes o nível de exigência é maior até mesmo que o próprio país de origem.


Outro ponto observado pelo dirigente foi a autorização, via sistema de registro, da utilização de chips para fins de identificação dos animais. Ele aponta a dificuldade, em algumas raças, onde a tatuagem do animal fica com a visibilidade bastante comprometida e que se buscará no mercado empresas fornecedoras de algo específico para utilização em ovinos.

Sobre este tema, a superintendente do Registro Genealógico complementa que também foi tratada a questão da utilização de marcadores genéticos. “No Brasil só existem laboratórios para bovinos e não temos em ovinos. Então encontramos dificuldades para fazer este tipo de análise em ovinos por não termos, ainda, essa tecnologia disponível”, informa Magali.


Já na coordenação geral de insumos pecuários, um dos debates foi o tema dos produtos veterinários utilizados para a ovinocultura. Conforme Gressler existe um número significativo de vermífugos utilizados e medicamentos que são para os bovinos e não tem na bula a utilização para ovinos, mas que podem ser utilizados para os ovinos. Além disso, também se discutiu a produção de vacina da ectima contagiosa. “No país não temos nas lojas a vacina com indicação para ovinos, e a maioria dos produtores faz a vacinação dos cordeiros. Nesse sentido, buscamos ver a demanda junto aos laboratórios para autorização da viabilidade e indicação de produtos e vacinas para ovinos”, relata.


Foi tratado também a questão da ampliação do número de laboratórios para fazer o exame de DNA através do pelo – que já é feito -, mas tem a demanda para se realizar através do sêmen, e ainda não há laboratório credenciado para fazer. Alguns estão aguardando a homologação por parte do Ministério da Agricultura.


Na coordenação de trânsito nacional e internacional, coordenação de prevenção e vigilância de doenças em animais, com a participação também de técnicos da Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul, ocorreu uma mesa redonda sobre sanidade ovina, principalmente a questão do Scrapie, uma doença que impede o trânsito internacional, tanto para a importação mas principalmente por exportação.

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