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Simpósio debate melhorias no setor da meliponicultura durante a Expointer


A meliponicultura, atividade da criação de abelhas sem ferrão, foi tema de simpósio realizado na tarde desta quarta-feira, 30 de agosto, no auditório da casa da Associação Gaúcha de Professores Técnicos de Ensino Agrícola (Agptea), na Expointer. O evento contou com a presença de dirigentes da Federação das Associações de Meliponicultores do Estado do Rio Grande do Sul (Femers) e da Associação Brasileira de Entidades da Meliponicultura (ABREMel), além de presidentes de associações e parlamentares estaduais e federais.


O encontro discutiu diversos temas buscando avançar cada vez mais na construção de uma meliponicultura zootécnica onde os criadores possam criar, produzir e comercializar sem obstáculos e protegidos por uma legislação, salientou o presidente da Femers, Nelson Angnes. Segundo ele, a lei existente, nº 14.763, está sendo trabalhada através de um decreto, que conforme informações da Casa Civil, está avançando. “Estamos trabalhando na regulamentação das leis. Isso é muito importante, mas temos muitos anseios, muitas dificuldades na meliponicultura”, colocou o dirigente.


Angnes observou que neste simpósio foi possível trazer os parlamentares e setores do governos federal e estadual para o lado do meliponicultor. “É importante que eles entendam um pouquinho mais sobre as nossas ansiedades, a realidade do setor no Rio Grande Sul e também do Brasil”, revelou o presidente da Femers.


Segundo Angnes, apesar do conhecimento sobre as abelhas sem ferrão vir de séculos, foi necessário o surgimento das associações para que “as pessoas que cultivavam fossem rastreadas para buscar resgatar a prática”.

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