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Custos e seguro agrícola são pautas da Federarroz em Brasília


Representada pelo vice-presidente de Mercado e Política Agrícola, Daire Coutinho, a Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) cumpriu agenda na capital federal nessa quarta-feira, 25 de fevereiro. Em Brasília, o dirigente participou de reunião da Câmara Setorial do Arroz e de encontro com o novo secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Luciano Carvalho.

No encontro com a Câmara Setorial, foi levada a questão dos custos de produção. Coutinho apresentou o levantamento encomendado pela Federarroz para a consultoria Agrotendências, que foi divulgado durante a Abertura Oficial da Colheita do Arroz, em Tapes (RS). Informou que foi solicitado para a Companhia Nacional de Abastecimento a realização de um novo estudo de custos da lavoura de arroz. "Houve a promessa por parte da Conab de que durante o mês de março isto será feito", afirma.

Também foi levada a cobrança sobre documento encaminhado ainda durante a Expointer do ano passado em relação a classificação do arroz importado de outros países. Conforme Coutinho, não há uma denominação de origem deste produto e ele vem misturado no arroz brasileiro quando levado ao consumidor. "O produtor gaúcho cumpre uma série de regras ambientais e de uso de insumos e depois vê seu produto misturado com outros produtos que não seguem as mesmas regras", salienta.

O vice-presidente da Federarroz informou que uma nova reunião para tratar desta questão deverá ser realizada ainda no mês de março.

Encontro no ministério

Na agenda com o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Luciano Carvalho, também foi apresentado o levantamento dos custos de produção das lavouras de arroz no Rio Grande do Sul, que detem 65% da produção nacional do grão. Outra pauta foi a questão do seguro agrícola. Coutinho explica que foram pedidas alterações nas regras de contratação deste mecanismo. "Os produtores que não conseguiram contratar a tempo no ano passado tiveram que pagar o seguro integral sem a contrapartida do governo e gostaríamos que os contratos que passam a vigorar neste ano tenham a subvenção completa", ressalta.

O dirigente da Federarroz reforçou também a posição da entidade em seguir uma política de diálogo com o Ministério da Agricultura nas decisões que o governo vem tomando em relação à cadeia produtiva do arroz. "O secretário se demonstrou receptivo à conversa e confirmou a intenção de que o seguro tenha uma mudança nas regras este ano", conclui.

Foto: Wenderson Araújo/CNA/Divulgação

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