• Tovese Corretora de Seguros

Investimento na lavoura de milho aumenta procura pelo seguro rural


Abertura Oficial da Colheita do Milho acontece no próximo dia 28 de janeiro, em São Luiz Gonzaga (RS). E apesar da expectativa de grande produtividade, algumas regiões enfrentaram graves problemas com a escassez de chuva na fase final de desenvolvimento dos grãos. Um reflexo dessa preocupação dos produtores é que nos últimos anos aumentou em cerca de 50% o número de áreas de milho irrigadas, conforme dados da Associação dos Produtores de Milho do Rio Grande do Sul (Apromilho). Mesmo com a solução para a seca, a incidência de granizo, por exemplo, pode afetar a produção e gerar perdas aos produtores. Neste ponto entra a importância do seguro rural para garantir uma proteção completa. "O grande risco de uma lavoura irrigada ainda é a questão do granizo. O produtor acaba fazendo grandes investimentos em tecnologia e por isso é fundamental que ele possa aumentar a segurança para não correr riscos", destaca Otavio Simch, especialista em seguro rural e diretor da Tovese Corretora de Seguros. A empresa, com mais de dez anos no mercado, sendo a pioneira neste setor, estará presente em São Luiz Gonzaga para explicar a importância e quais são as tendências e cenários para o seguro rural no Brasil. Simch salienta que o seguro privado ofertado pela Tovese pode cobrir até R$ 4 mil nas perdas na cultura do milho, valor maior, por exemplo, do que os dos seguros públicos oferecidos no mercado. Outro ponto salientado pelo especialista em seguro rural é que o produtor costuma analisar apenas o que vai pagar, mesmo que assegurar sua produção signifique um dos menores valores na sua planilha de custos de produção. “O seguro agrícola não é caro se analisarmos que a atividade agrícola tem riscos maiores do que outro negócio. O produtor precisa ficar atento ao que vai receber em caso de sinistro e não apenas o que vai pagar”, afirma Simch. Na safra 2015/2016 adversidades climáticas acarretaram perdas de 21,4 milhões de toneladas de grãos em todo país. Especialistas lembram que uma lavoura protegida contra intempéries climáticas evita dificuldades financeiras para os produtores e renegociações de dívidas em caso de perdas, como tem ocorrido nos últimos anos. “O seguro rural evita que o produtor contraia uma nova dívida, que pode chegar a juros de 30% ao ano em alguns casos”, lembra Simch.

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