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Integrantes do NESPro falam sobre pecuária de corte para estudantes do ensino técnico agrícola

  • Foto do escritor: Nestor Tipa Júnior
    Nestor Tipa Júnior
  • há 14 minutos
  • 2 min de leitura
Ciclo de palestras também aproximou futuros técnicos da universidade e integrou programação da Agptea na Fenasul Expoleite 2026 (Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective)
Ciclo de palestras também aproximou futuros técnicos da universidade e integrou programação da Agptea na Fenasul Expoleite 2026 (Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective)

A doutoranda do  Núcleo de Estudos em Sistemas de Produção de Bovinos de Corte e Cadeia Produtiva (NESPro/Ufrgs), Marcela Rocha, deu início ao ciclo de palestras sobre bovinocultura. O evento fez parte da programação da Associação Gaúcha de Professores Técnicos de Ensino Agrícola (Agptea), no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), durante a 19° Fenasul e 46° Expoleite.


Marcela  tratou sobre sanidade animal e pontuou que este é um dos pilares da produção de gado de corte. Segundo ela, quando o terneiro nasce, durante as primeiras 24 horas, ele vai ingerir o colostro, que é o primeiro leite da vaca. Contudo, a sanidade deste animal começa ainda na gestação. "Nós vamos vacinar as vacas previamente para que elas desenvolvam uma imunidade para que seja um colostro adequado. A sanidade começa nesse momento importantíssimo. Temos que ter consciência que o terneiro é a categoria mais eficiente que nós temos", ressaltou.


A veterinária ainda exemplificou a necessidade de controle da qualidade da água ingerida pelas vacas. Contou que uma propriedade teve alto índice de aborto em suas vacas, pois durante um período de estiagem, os aguadouros estavam com muito barro.


A palestra sobre sanidade também abordou questões de diagnóstico das mortes do gado em campo. "É assim que vamos saber se é preciso uma nova dose de vacina ou entrar com outro produto", ensinou Marcela. "Também é preciso cuidar da cadeia do frio ao comprar vacinas. Sempre deve ser levada uma bolsa térmica ou isopor com gelo. E também levar na mangueira em uma caixa térmica em que caiba a pistola", ensinou.


O vice-presidente de Assuntos Educacionais da Agptea, Danilo Oliveira de Souza, afirmou que trazer o NESPro para junto dos estudantes de escolas técnicas agrícolas proporciona que eles tenham contato com novas tecnologias.


Os estudantes, todos do terceiro ano, também puderam se aproximar da universidade. Teixeira afirmou que é uma forma de quebrar um tabu. “A universidade é uma coisa meio distante para o aluno. Às vezes pensa, sonha, tem vontade, tem aspirações, mas não tem um contato direto, parece, às vezes, um bicho papão. Quem está no técnico agrícola é porque gosta da área agrícola. Então, a faculdade de veterinário, a faculdade de agronomia, para eles, que é um sonho de muitos, parece uma coisa muito distante”, explicou o professor.


Também palestraram o coordenador do NESPro, Júlio Barcellos, que junto com Maria Antônia Arcari, falaram sobre “A operacionalização de recorrer os campos”,  Carolina Décimo que abordou o tema “Como otimizar o processo de desmame”; e Mariana Diniz, sobre “Como interpretar o mercado”.



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