ENAPecan reúne cinco eixos para discutir produtividade, mercado e valor da noz-pecã


A busca por maior produtividade, novos mercados e agregação de valor à noz-pecã será organizada em cinco eixos na programação do Encontro Nacional da Pecanicultura (ENAPecan) 2026. O evento será realizado em 12 e 13 de novembro, em Bento Gonçalves (RS), e é promovido pelo Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan), Embrapa, Emater e Prefeitura de Bento Gonçalves, com correalização da Pecantelli, IFRS Campus Bento Gonçalves e Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, por meio do Programa Estadual de Pecanicultura (Pró-Pecã), além do apoio do Sebrae e Senac.
O pesquisador da Embrapa e integrante da comissão organizadora do ENAPecan, Carlos Roberto Martins, explica que os conteúdos foram distribuídos de acordo com o tema desta edição, “Produção eficiente, mercado e agregação de valor à noz-pecã”. A programação também prevê rodadas de conexões, negócios, intercâmbio de experiências e atividades práticas.
O primeiro eixo abordará comercialização, mercado e exportação de noz-pecã, com conteúdos sobre boas práticas comerciais, valorização do produto e possibilidades de inserção nos mercados interno e externo. O segundo tratará da formação e do manejo de pomares de alta produtividade, com foco nas práticas que podem elevar o rendimento dos produtores.
O terceiro eixo concentra temas que interferem diretamente na produtividade e na qualidade da noz-pecã, com conteúdos sobre irrigação, fertirrigação e manejo fitossanitário. “A questão da irrigação, mas não tratando a irrigação como uma irrigação, mas já voltando sobre uma experiência da fertirrigação e também o manejo fitossanitário, que é primordial para que se obtenha a produtividade e a qualidade de nossa pecã”, explica Martins.
O quarto eixo levará à programação experiências de produtores e empreendimentos da Serra Gaúcha em áreas como manejo de pomares, diversificação de produtos, comercialização e agregação de valor. O quinto será dedicado a novidades científicas e inovações tecnológicas aplicáveis à produção, ao processamento e à valorização da noz-pecã.
Além dos cinco eixos, o encontro terá momentos destinados à troca de experiências entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas ligadas à cadeia. A programação inclui ainda uma atividade prática em pomar e em estrutura de processamento no segundo dia do evento, aproximando os conteúdos técnicos das operações realizadas na produção.





Comentários